Aproveitando
todo o movimento geográfico que iríamos fazer, nos sentimos
atraídos
pela possibilidade de voltar a um lugar que significa quase tudo em nossa
(minha e de meus estimados irmãos e primos) história de vida,
nossa infância e
nossas brincadeiras: a fazenda Ressaco. A meta era puchada, mas não
impossível,
principalmente porque tivemos a compreensão e o apoio de nossos tios.
E
quem nos deu carona nessa aventura foi o sério tio Wilton nos levando
não
apenas ao Ressaco mas também à sua fazenda e depois a um barzinho
lá por
perto (uma espécie de assossiação dos fazendeiros daquela
região - que infelizmente
não fizemos fotos pois o filme já tinha acabado).
O que colocamos
à disposição aqui é um pouco do que conseguimos
registrar nessa
viagem, que valeu uma curiosidade de mais de 10 anos (tempo que eu, particularmente,
não ia ao Ressaco). Recomendo à todos a mesma coisa (estar no
Ressaco é como reviver
um passado muito próximo e muito intenso). Mas não façam
como eu que levei
apenas um filme fotográfico. Levem dez, vinte filmes e não economizem
fotos.
Depois me contem qual foi a sensação.
Paulo Rogério.
©2001
www.imagemcontemporanea.com.br
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