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[voltar página principal] Em algumas dessas possibilidades plásticas o artista não parte necessariamente de regras, mas pode se vincular perigosamente a caminhos que se tornarão muito rígidos para uma produção livre, correndo sérios riscos de estar engessados por idéias, por conceitos iniciais, em sua produção. Por vezes pode se vincular a caminhos que o ajudarão a trilhar sua trajetória poética com desafios constantes, porém não tão rígidos. O que é certo? O que é errado? Como deve acontecer a interação entre público e arte nessa interface plástico-filosófica? Como deve ser a resposta do próprio artista aos impulsos de novas possibilidades plásticas? Essa interação deve mesmo acontecer? A obra de arte é uma interface de trocas visuais, táteis, psicológicas, interferentes? Segundo Gilbertto
Prado (doutor em xxxxx pela xxxxxxx; ler mais sobre o artista em??????)
indagado sobre a interatividade (especificamente na webart, e aqui transpondo
sua resposta para a arte como um agente de interação, uma
interface possibilitadora de acontecimentos) "em arte não
existe obrigatoriedades. O que existe na verdade são artistas que
exploram as especificidades do meio e dessa forma PODEM constituir uma
nova poética. O que existe também é a necessidade
de um conhecimento da mídia para uma exploração conseqüente,
pensada e criativa. O importante é ter a consciência da sua
ação para produzir um trabalho que possa estender os limites
do usual com uma carga de transformação e ruptura criativa." Diante dessas variáveis, de estratégias geradas pelo impulso e a vontade de conhecer novos "medias" a cada dia, novas possibilidades, e de dar ao sentido da arte a infinitude da experimentação é que desenvolvi meu caminho pela arte, minha visão plástica de um universo interfacial, proporcionador de não-regras, e sim obstáculos a serem transpostos a cada idéia repente e fixa em minha mente, meu pensar. |